Uma das coisas que acho que deve acontecer com muita gente viajando pela primeira vez para a Europa é querer ver o máximo de coisas possíveis.
Primeiro por conta da proximidade. Países e cidades são muito perto uns dos outros. Em poucas horas de trem ou avião, você sai de um país e entra em outro completamente diferente, com língua, cultura e arquitetura novas.
Segundo, o custo-benefício da viagem longa. Para quem vem de longe (como do Brasil), a passagem é cara. Então muita gente pensa: “já que estou lá, vou aproveitar ao máximo e conhecer vários lugares”.
Outro ponto é a facilidade de deslocamento. Sistemas como o Eurail e voos baratos de companhias como Ryanair tornam simples (e relativamente barato) ir de um país a outro.
Também existe o fator “sonho acumulado”. Lugares como Paris, Roma e Barcelona são destinos que muita gente quer conhecer há anos. Quando finalmente surge a oportunidade, dá vontade de incluir todos no roteiro.
E tem ainda a influência das redes sociais e roteiros prontos, que incentivam viagens mais corridas, com muitos destinos em poucos dias.
Então eu vou ter que ser a chata que vai pedir mais tempo em um país, no máximo dois, e calma no roteiro pois teremos o José junto. Então eu lamento meu caro Chosh, mas essa Eurotrip precisa ser mais focada.
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